terça-feira, 1 de maio de 2012
Marxismo Cultural - Aula -01
quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Músicas protestantes na missa?
sábado, 21 de abril de 2012
Ajude o Oziel
Publicado em 19/04/2012 por felipeneto
DOE: http://vaka.me/133424
Site Ajude Oziel (onde tem todas as explicações)
Qualquer dúvida vocês podem tirar lá e também acompanhar o andamento de tudo:
http://www.ajudeoziel.org
Primeiro vídeo do Oziel:
http://www.youtube.com/watch?v=3wFS6RX1mPo
Vídeo do Thiago com Oziel, onde ele explica os maus entendidos:
http://www.youtube.com/watch?v=_6rg6tj0z1Y
Instituto Branemark (responsável pelas cirurgias):
http://www.branemark.org.br/
Site do Rotary Club, responsável por administrar o dinheiro:
http://www.rotary.org.br
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Primeiro vídeo do Oziel:
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Vídeo do Thiago com Oziel, onde ele explica os maus entendidos:
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Instituto Branemark (responsável pelas cirurgias):
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Site do Rotary Club, responsável por administrar o dinheiro:
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A legalização do aborto no Brasil
TEÓLOGOS DA CORTE
Na opinião dos ativistas gays, as igrejas são os principais obstáculos impedindo a total aceitação da agenda homossexual
Ed Vitagliano
(AgapePress) — “Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas”. Isso foi o
que Michael Swift, um “revolucionário gay”, declarou na edição de fevereiro
de 1987 do boletim Gay Community News (Notícias da Comunidade Gay).
“Michael Swift” era um pseudônimo, e a primeira linha da agora infame e louca
retórica homossexual — que foi até citada no Registro do Congresso dos EUA —
afirmava que o artigo inteiro era uma “fantasia cruel” que explicava “como os
oprimidos sonham desesperadamente em ser os opressores”.
O “sonho” era cheio de um cenário de pesadelo que parecia algo como um golpe
de Estado fascista: “Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão
revogadas… Faremos filmes sobre o amor entre homens heróicos… A unidade da
família — o terreno de criação de mentiras, traições, mediocridade,
hipocrisia e violência — será abolida… Todas as igrejas que nos condenam
serão fechadas”.
Quando o artigo acabou sendo exposto em publicações cristãs, os crentes
ficaram horrorizados, e os ativistas homossexuais tentaram fazer pouco caso
do conteúdo do artigo, afirmando que seu propósito era meramente satírico.
Não muitos cristãos, porém, viram o humor nos sentimentos de Swift, expressos
nas seguintes declarações: “Sodomizaremos seus filhos… Nós os seduziremos em
suas escolas, em seus dormitórios, em seus ginásios, em seus compartimentos,
em suas quadras esportivas, em seus seminários, em seus grupos de jovens, nos
banheiros de suas salas de cinema, em seus quartos do exército, em suas
paradas de caminhões, em seus clubes masculinos, em suas casas do Congresso,
onde quer que os homens estejam junto com homens”.
Identificando o Inimigo
Quer ou não as palavras loucas desse “revolucionário gay” tivessem o
propósito de satirizar, o que é de chamar a atenção é o sucesso extraordinário
do plano apresentado no artigo. Quem é que pode duvidar de que os ativistas
gays conseguiram fazer o sistema legal — principalmente depois da decisão
Lawrence versus Texas (2003) do Supremo Tribunal dos EUA que invalidou as
leis contra a sodomia — cair aos seus pés? Ou que Hollywood tenha
voluntariamente se comprometido a usar seus recursos tremendos para lutar em
favor da legitimação homossexual? Ou que a unidade da família virtualmente
cessará de existir no sentido tradicional se o casamento gay e as adoções
gays forem legalizadas em todos os lugares?
Embora afirmem querer só igual proteção diante da lei, os planos reais dos
ativistas homossexuais são simples: a completa mudança da sociedade para se
ajustar à opinião homossexual acerca da sexualidade humana, casamento e
família.
Isso não é exagero. Paula Ettelbrick é ex-diretora legal do Fundo Lambda de
Educação e Defesa Legal e hoje diretora executiva da Comissão Internacional
de Direitos Humanos Gays e Lésbicos. Ettelbrick declarou: “Ser homossexual é
muito mais do que só manter a casa arrumada, dormir com uma pessoa do mesmo
sexo e buscar aprovação governamental para ter esses direitos… Ser
homossexual significa modificar os parâmetros do sexo, sexualidade e família
e, no processo, transformar a própria estrutura da sociedade… Devemos manter
os olhos na meta… de reordenar radicalmente o modo como a sociedade vê a
realidade”.
Essa é uma meta bem abrangente, e os ativistas enfrentam uma tarefa
assombrosa se esperam realizá-la. Eles têm de mudar as opiniões de uma
sociedade que ainda permanece até certo ponto ancorada na tradição
judaico-cristã, que considera o homossexualismo pecado e contra a natureza.
Para Ettelbrick e seu tipo de gente convencer as pessoas a mudar de opinião
nessa questão, deve-se mudar o alicerce da nossa sociedade, para que todos
adquiram um novo jeito de perceber a realidade, um jeito que rejeite o modo
judaico-cristão de ver as coisas.
Contudo, isso deixa uma grande instituição atrapalhando bem no meio do
caminho deles: a Igreja. Os cristãos que ainda se mantêm fiéis às opiniões
judaico-cristãs acerca da sexualidade humana, casamento e família são
chamados por sua fidelidade religiosa a resistir ao movimento homossexual.
Isso deixa os cristãos na posição de inimigos. Em 1987 Steve Warren,
porta-voz do polêmico grupo homossexual ACT UP, escreveu um artigo na The
Advocate, uma revista para o público gay. Intitulado “Aviso aos Homófobos”,
Warren falou da “natureza cruel da moralidade judaico-cristã”.
Mesmo em 1987, Warren sentia que o movimento homossexual não podia ser
impedido. E a medida em que os ativistas continuaram a experimentar sucesso,
ele prometeu que “vamos forçar vocês [cristãos] a se retratarem de tudo o que
vocês têm crido e dito acerca da sexualidade”.
Warren disse que a Bíblia, principalmente, precisaria passar por um
revisionismo completo. “Finalmente, em toda probabilidade quereremos apagar
muitas passagens de suas Escrituras e reescrever outras”, ele disse,
“eliminando o tratamento preferencial dado ao casamento e usando palavras que
permitirão que as passagens sejam interpretadas de acordo com os interesses
homossexuais”.
Táticas de Guerra
Então, uma utopia homossexual aguarda esses ativistas, se tão somente eles
conseguirem lidar com esses incômodos cristãos. Mas se a estratégia é remover
o obstáculo que a Igreja representa, quais são as táticas que serão usadas
para alcançar a vitória?
Essa pergunta foi respondida já em 1985, quando em seu artigo para a revista
gay Christopher Street, Marshall Kirk e Hunter Madsen causaram sensação com
seu plano de “persuadir os heterossexuais” a aceitar o homossexualismo. O
artigo deles foi expandido num livro sobre o assunto, o bestseller número um
nos EUA After the Ball: How America Will Conquer Its Fear and Hatred of Gays
in the '90s (Depois do Baile: Como os Estados Unidos Vencerão Seu Medo e Ódio
dos Gays na Década de 1990).
Kirk e Madsen estabeleceram como centro de sua estratégia usar os meios de
comunicação como ferramenta de propaganda para persuadir a maioria das pessoas
de que é legal ser gay. Mas eles também trataram da questão do que fazer com
a oposição endurecida — isto é, pelo menos em termos institucionais, aqueles
que seguem a “autoridade religiosa” da Igreja. Os ativistas gays, dizem os
autores, precisam adotar duas abordagens para neutralizar a ameaça de uma
oposição liderada por cristãos enérgicos.
Primeiro, para “confundir” o que Kirk e Madsen chamaram de “homofobia dos
crentes verdadeiros”, eles sugerem que os gays “enlameiem as águas morais”.
Em parte, pode-se fazer isso “dando muita publicidade ao apoio das igrejas
moderadas aos gays” e “expressando nossas próprias objeções teológicas acerca
das interpretações conservadoras dos ensinos bíblicos”.
Essa estratégia foi aplicada com um sucesso tremendo nas principais
denominações protestantes dos Estados Unidos, tais como a Igreja Episcopal, a
Igreja Metodista Unida, a Igreja Evangélica Luterana e a Igreja
Presbiteriana. Os ativistas homossexuais em cada uma dessas importantes
denominações obscureceram tanto as questões acerca da posição bíblica sobre a
homossexualidade a ponto de ameaçarem cada uma com divisão e ruína.
Para as igrejas que resistem ao chamado de sereia de abraçar o completo
relativismo moral, Kirk e Madsen recomendaram uma segunda estratégia. Eles
sugeriram que os gays “minem a autoridade moral de igrejas homofóbicas
retratando-as como estagnadas e antiquadas, em descompasso com os tempos
modernos…”
Portanto, nenhum cristão deveria ficar surpreso de se ver representado, em
inúmeros programas de TV, como fanáticos que pensam que são mais justos do
que todo mundo ou lunáticos encolerizados que simplesmente se recusam a
aceitar o fato de que as coisas mudaram na sociedade.
Apesar disso, Kirk e Madsen sabiam que seria difícil acabar com a autoridade
religiosa das denominações cristãs nos EUA. Por isso, as igrejas continuariam
a agir a qualquer momento como poderoso impedimento para aceitação da agenda
homossexual. Kirk e Madsen compreendiam, por exemplo, que não seria
suficiente simplesmente ridicularizar os “pastores fundamentalistas que
pregam bobagens com ódio histérico”.
Em vez disso, eles disseram: “Contra a poderosa influência da religião
institucional devemos utilizar a força maior da ciência e da opinião pública
(o escudo e a espada do maldito ‘humanismo secular’). Tal aliança profana
funcionou muito bem contra as igrejas antes, em tais questões como divórcio e
aborto”.
Assim, os cristãos envolvidos no campo da guerra cultural se acostumaram a
defender a posição judaico-cristã acerca da sexualidade contra as declarações
de que a ciência “provou” que o homossexualismo é genético. A mesma verdade
se aplica às declarações de que todos os grupos profissionais médicos e de
saúde mental dizem que ser gay ou lésbica é tão natural quanto ser canhoto.
Tais declarações “científicas” sem dúvida têm desempenhado um papel muito
importante na mudança da opinião pública acerca dessa questão.
Fase Final
Mas além dessas táticas, Kirk e Madsen disseram que há a necessidade de
também se fazer planos para lidar com os “inimigos entrincheirados”, que
poderiam persistir até em face das tramas de avanço inicial. Eles disseram:
“Depois que os anúncios gays se tornarem comuns, virá a fase da campanha dos
meios de comunicação em favor de direitos para os gays. Aí será o momento de
ser duro com os inimigos que restarem. Para claro, eles deverão ser
difamados”.
De novo, os cristãos espertos que estão prestando atenção ao que está
acontecendo em nossa sociedade já podem ver isso ocorrendo. Nas escolas
secundárias e nas universidades, por exemplo, crentes que ousam abrir a boca
contra a agenda homossexual estão sendo ridicularizados e caluniados. Em
empresas onde trabalham, alguns cristãos que se recusam a se submeter ao
ambiente pró-homossexualismo reinante são repreendidos ou despedidos.
Não é preciso ter visão profética para entender que as igrejas não ficarão
imunes à coerção também. Aliás, os ativistas gays e lésbicos na Marcha
Nacional em favor de Direitos Gays e Lésbicos em Washington em 1986 fizeram
esta reivindicação: “Deve-se negar a condição de isenção de pagamento de
impostos às instituições que discriminam contra os gays e as lésbicas”.
Dá para imaginar que em futuro próximo, as igrejas poderiam ser ameaçadas com
a perda de sua condição de isenção de impostos se recusarem contratar
empregados homossexuais?
Alguns poderiam zombar de tal ameaça, confiando na proteção constitucional da
religião como um escudo. Mas alguns ativistas homossexuais parecem ver a
liberdade religiosa como um obstáculo a ser vencido. Por exemplo, a advogada
lésbica Barbara Findlay predisse que “a batalha legal em favor de direitos
homossexuais um dia será um confronto entre liberdade de religião versus
orientação sexual”.
Se a orientação sexual chegar a ser consagrada como uma condição protegida
nas leis federais e estaduais, qual outro direito vencerá esse confronto?
Por enquanto, os ativistas podem simplesmente tentar suprimir a livre
expressão religiosa toda vez que se sentirem de mau humor.
Por exemplo, quando uma igreja em Boston realizou uma conferência com a
mensagem de que Jesus pode libertar gays e lésbicas desse estilo de vida,
eles sofreram perturbações e terrorismo de centenas de ativistas homossexuais
e simpatizantes do lado de fora — enquanto a polícia de Boston permanecia
parada sem nada fazer.
Finalmente, se os ativistas chegarem a alcançar sua meta de incluir o termo
orientação sexual nos estatutos federais de crimes de preconceito, muitos
grupos pró-família temem que tal momento será decisivo para um avanço que
permita que as leis tratem como crime toda expressão e pensamento contrário
ao homossexualismo.
Em seu artigo, o aviso final de Warren deveria fazer com que os cristãos
sábios discirnam com exatidão os tempos em que vivemos: “Já capturamos as
instituições liberais e a imprensa. Já derrotamos vocês em muitos campos de
batalhas. E temos o espírito da era do nosso lado. Vocês não têm nem a fé nem
a força para lutar contra nós. Portanto, bem que vocês poderiam se render
agora mesmo”.
Ed Vitagliano, é um colaborador regular de AgapePress, é editor de notícias
de AFA Journal, uma publicação mensal da Associação da Família Americana.
© 2006 AgapePress all rights reserved.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br
Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/2/212006a.asp
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10 conselhos de Bento XVI aos jovens artigos / Jornada Mundial da Juventude
1) Conversar com Deus
“Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: “Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar”. Durante estes dias (de Jornada Mundial da Juventude) podereis recuperar a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar”.
2) Contar-lhe as penas e alegrias
“Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o ‘direito de vos falar’ durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração.
3) Não desconfiar de Cristo
“Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso ‘sim’ ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo”.
4) Estar alegres: querer ser santos
“Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um ‘alto grau’ da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (…). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente”.
5) Deus: tema de conversa com os amigos
“São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros”.
6) No Domingo, ir à Missa
“Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente”.
7) Demonstrar que Deus não é triste
“Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não”.
Conhecer a fé
“Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura”.
9) Ajudar: ser útil
“Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes”.
10) Ler a Bíblia
“O segredo para ter um ‘coração que entenda’ é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprendereis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: ‘O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo’”.
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